sábado, 19 de dezembro de 2009

MESTRE NA HUMILDADE





“Que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós.” – 2 Co.8:9

Ele foi o homem mais pobre que andou pelas estradas de terra deste mundo! Nasceu na pobreza, cresceu na obscuridade e , no entanto, enriqueceu toda a humanidade!

Durante vinte anos ele trabalhou como carpinteiro numa cidadezinha menosprezada pelos homens. (“De Nazaré pode sair alguma coisa boa?”)

Até onde sabemos, ele nunca possuiu dinheiro, nem mesmo um centavo. Ele viveu, amou e morreu assim – sem alimento no deserto, sem água junto ao poço de Jacó e sem lar, na cidade povoada.


As raposas acham descanso

E as aves têm seus ninhos

À sombra das árvores da floresta.

Mas teu leito foi o chão,

Ó filho de Deus,

No deserto da Galiléia.


Ele pregou e operou milagres sem cobrar nada. Sua “igreja” era o mundo todo! Procurou seu café da manhã numa figueira cheia de folhas. Comeu grão de trigo, ao caminhar num trigal. Eu disse que ele nunca teve dinheiro? E é verdade. Quando precisou pagar um imposto, certa vez, mandou Pedro ir pegar um peixe no mar. Apesar de não ter milharais nem peixarias “pôs a mesa” para cinco mil pessoas, com peixe e pão a fartar! Não possuía belos tapetes, contudo caminhou sobre as águas!

Era tão pobre que teve de carregar a própria cruz pela cidade, a ponto de fraquejar e cair. E foi vendido por trinta moedas de prata, o preço de um escravo, o valor mais ínfimo atribuído a um ser humano. Entretanto, no que dizia respeito a Deus, o pagamento de nossa redenção não foi menor que sua infinita agonia! Quando ele morreu, foram poucos os que lamentaram, mas um véu negro escureceu o sol. A crucificação dele foi o crime mais hediondo de toda a história da humanidade!

O sangue derramado no Calvário não era sangue de um mero ser humano!


Ele não possuía uma casa onde se acolher

Quando anoitecia, quando outros desciam

As ruas estreitas, onde as crianças os esperavam com olhar ansioso,

Cada um buscando um refúgio na cidade.

O Cristo não buscava abrigo nenhum –

Nem numa casa, estalagem, manjedoura ou beira da estrada.

Naquele dia em que falou às multidões à beira do lago,

Ele pediu um barco emprestado.

E foi a um aposento alugado que levou

Os doze escolhidos, na noite em que partiu o pão com eles.

Foi o jumento de outro homem que montou na entrada triunfal.

Um homem de Arimatéia tinha um túmulo,

Onde Cristo foi sepultado depois que derramou seu sangue.

E nos dias agitados que viveu

Não teve nem um centavo para satisfazer uma necessidade.

Então essa NINHARIAS que tanto desejo não são importantes.

Faz-me esquecê-las, Pai, e ser corajosa.


- The Transient (O Transeunte), de Helen Welshim


Soli Deo Glória!

Pra. Tânia

Um comentário:

  1. Ola Tãnia!

    Graça e Paz!

    Vim conhecer seu espaço digital. Bom posts! A internet é um espaço precioso onde podemos falar de Jesus e discutir diferentes pontos de vista!

    Aproveitando, faço uma apresentação do meu blog:

    Genizah é um blog cristão diferente. Hilário e divertido, mas que não dispensa a seriedade na defesa do Evangelho. Uma mistura bem balanceada de humor, denuncia e artigos devocionais. No Genizah, você fica sabendo da última novidade do absurdário "gospel", mas também não falta material para inspiração e ótimas mensagens dos melhores pregadores. Genizah é um blog não denominacional apologético, com um time é formado por escritores, pastores, humoristas e chargistas cristãos.

    Aguardo sua visita. Vamos nos seguir!

    Abraços em Cristo e Paz!

    Danilo Fernandes

    http://www.genizahvirtual.com/

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